quarta-feira, fevereiro 21, 2007

Educação Continuada



Evento - CoNtEúDo FASHION

Data: 1 de março de 2007
Horário: das 13:00 às 20:00
Local: Alameda Lorena, 521 - Jardins - São Paulo

PROGRAMAÇÃO

13H às 13h50 - Recepção, entrega de materiais, credencial e consulta aos expositores

13H50 às 14h00 - Boas Vindas - Tatiana Desiderá
Estilista e Consultora de Moda, formada pela Universidade Senac em Design de Moda com Habilitação em Estilismo. Coordenadora por 2 anos da área de moda no Senac, Docente de customização de peças do vestuário e Diretora de Moda da Fashion School Brazil.

14h00 às 14h15- Abertura Multimídia - Temas, referências e looks da temporada - Fábio Sabag
Designer, ilustrador e docente de cursos de desenvolvimento de produto de moda pelo Senac - SP, pela Consultoria MultiArte e Fashion School Brazil. Formado em Tecnologia Têxtil pelo Senai-SP, Designer Gráfico-Multimídia pela Impacta Tecnologia-SP, Especializado em Criação de Estamparia, Sócio-Proprietário da Consultoria MultiArte, empresa especializada em serviços voltados para o mercado de moda.

14h15 às 14h35 - Cores e Tecidos
14h35 às 15h00 - Moda e Mercado de Trabalho - Airton Embacher
Doutor em Comunicação e Semiótica e Mestre em Psicologia Social pela PUC-SP. Foi vice-chairman do International Foudation of Fashion Technology Institutes - IFFTI. Diretor da área de Comunicação, Artes, Design e Moda e Coordenador do curso MBA em Moda da Universidade Anhembi Morumbi. Membro do conselho editorial da revista internacional Fashion Theory. Apresentou o programa "A Escolha da Carreira Profissional" na TV Cultura. Atualmente, é consultor e diretor da Escola de Empreendedores e do Portal Carreira Fashion. Atuou profissionalmente na C&A durante 7 anos e como empresário no ramo de confecção e varejo durante 12 anos. Autor do livro Moda e Identidade: a construção de um estilo próprio.
15h00 às 15h30 - Moda e redução de impacto ambiental - Graziela Zanardo
Formada em Engenharia Agrônoma, pós graduada em Engenharia de Segurança do Trabalho pela FEI . Mestrando 'Energia e Meio Ambiente' no Instituto Mauá de Tecnologia e proprietária da empresa GESTAM, empresa que presta Assessoria Ambiental a diversas empresas brasileiras em diferentes setores.
15h30 às 16h00 - Formas, estampas e detalhes - Juciléia Sobral
Designer de Moda, consultora de estilo, pesquisadora de tendências e docente de cursos de desenvolvimento de produto de moda pelo Senac- SP , Consultoria Multiarte e Fashion School Brazil. Gradução em Design de Moda e Pós-Graduação em Criação Têxtil em Moda, ambos pelo Centro Universitário Senac SP. Sócia-Proprietária da Consultoria MultiArte, empresa especializada em serviços voltados para o mercado de moda

16h00 às 16h30 - Coffee-Break

16h30 às 17h00 - Comportamento e Consumo - Valéria Brandini
Doutora no tema Moda e Comunicação pela ECA - USP em convênio com a Central Saint Martin's School of Fashion and Design. Antropóloga graduada pela UNICAMP. Mestre em Publicidade pela USP. Coordenadora de Pesquisas do Grupo Culturas Empresariais da UNICAMP. Professora colaboradora da UNICAMP. Docente da área de Moda nas universidades: Universidade Estadual de Londrina, SENAC Moda e Universidade Anhembi Morumbi. Pós-doutoranda em Antropologia Empresarial na UNICAMP no tema Marcas e Consumo do Luxo. Consultora especializada em Etnografia do Consumo, Marcas de luxo, Comunicação e Marketing de Grifes e Comportamento do Consumidor.

17h00 às 17h30 - Criatividade

17h30 às 18h10 - Identidade Brasileira - João Braga
Estilista, professor de História da Moda, Estética, História da Arte e Cultura de Moda da Faap, Faculdade Santa Marcelina, Faculdade Senac de Moda, IBModa, Istitudo Europeo di Design e Universidade Anhembi Morumbi. Especialista em Historie du Costume pela ESMOD- Paris, Pós graduado em História da Arte e História da Indumentária, Mestre em História da Ciência pela PUC-SP
18h10 às 18h30 - Espaço de autógrafos de livros de João Braga , consulta aos expositores

18h30 às 19h00 - Desfile da marca Fruit de la Passion
Fruit de La Passion, empresa com dez anos de existência e que está entre as marcas de lingerie mais importantes do Brasil.

19h00 - Entrega do Certificado de participação no evento

terça-feira, janeiro 16, 2007

Assessoria de Imprensa

Atividade de jornalista ou RP?

Recebi esse e-mail hoje de manhã e achei o texto muito bem redigido. O artigo não fala sobre reserva de vaga e sim sobre a atividade fim do profissional e a nomenclatura adotada para sua função.
Resolvi postá-lo aqui,pois acho interessante que todos leiam. Não quero aguçar a polêmica entre jornalistas e RP´s sobre a atividade de assessoria de imprensa, até mesmo porque para mim a Assessoria de Imprensa pode ser exercida tanto por profissionais formados em jornalismo como por Relações Públicas (vide exemplo do autor do texto)...Mas uma coisa é certa ASSESSOR DE IMPRENSA É ASSESSOR DE IMPRENSA (indenpendente de sua formação) e ASSESSORIA DE IMPRENSA está mais para Relações Públicas que jornalismo.

Segue o texto - na íntegra...

O assessor de imprensa e o jornalista
15/01/2007 - 09:40:25


Charles Magno Medeiros é um dos melhores jornalistas do país, eu o conheço há mais de vinte anos e tive o prazer de conviver e aprender muito no atribulado dia-a-dia das redações. Hoje é diretor da Lide Soluções
Integradas de Comunicação. Ele acaba de se desfiliar do sindicato de jornalistas e integra a associação de relações públicas. Sempre inquieto, é
daqueles profissionais que não querem falar uma coisa e fazer outra. Por isso mesmo fez a sua opção. É sempre bom ouvi-lo: "A cultura corporativista
e sindical e o excesso de regulamentação profissional, produtos típicos de países latino-americanos, precisam de profunda revisão, pois já não refletem
a modernidade da economia e a realidade do mercado. Para norte-americanos e europeus, por exemplo, soa estranho o fato de assessoria de imprensa no
Brasil ser considerada função jornalística reservada a jornalistas profissionais. Soma-se a isso outra extravagância: a de que o mercado de
trabalho, tanto na imprensa como nas assessorias de imprensa, esteja reservado a bacharéis de jornalismo".



Para Charles Magno, que já deu aula em faculdade de comunicação e pretende voltar em breve à vida acadêmica, assessor de imprensa é relações públicas:
Assessoria de imprensa têm natureza, objetivos e interesses diversos. A missão da imprensa é democratizar a informação, representar os interesses da
sociedade, fiscalizar o Estado e proteger os cidadãos contra o arbítrio, a opressão e as injustiças praticadas pelo Estado, por autoridades públicas,
instituições, grupos econômicos e interesses privados. O jornalismo deve servir aos governados, e não aos governantes. Como bem interpreta a Primeira
Emenda da Constituição norte-americana, a imprensa livre é uma instituição independente – do governo, dos partidos, das corporações. A comunicação
empresarial, incluindo assessoria de imprensa, por sua vez, tem por objetivo principal defender os interesses da companhia ou instituição e zelar por sua
boa imagem. Em miúdos: o primeiro compromisso da imprensa é com o cidadão; o do assessor, com o cliente. O assessor de imprensa não pratica a isenção ou imparcialidade que se exige do jornalista, se não como princípio, pelo menos como objetivo no exercício do jornalismo. Um das máximas da ética
jornalística, de que se deve ouvir as duas (ou várias partes) envolvidas num conflito, joga por terra qualquer veleidade: o assessor de imprensa, como
representante da empresa, é apenas uma das partes. Também por uma analogia com o Direito, o assessor de imprensa, como advogado do cliente – por mais
bem-intencionado, ético e transparente que pretenda ser –, não tem o mínimo de isenção do jornalista. Num conflito entre corporação e opinião pública,
sabe-se com clareza quem exerce ou não a atividade de jornalista".

Por que então o assessor de imprensa continua julgando que é jornalista?
Charles Magno diz: "O apego dos assessores ao título de jornalista é, na realidade, uma tentativa de dar status a si e trai uma desconfiança em
relação à sua atividade, herança do tempo em que a assessoria de imprensa era mero "bico" para o profissional de redação. Essa atitude amesquinha o
jornalismo, por querer estabelecer uma comparação com uma atividade que não lhe diz respeito e por desconhecer a melhor de suas características, que é a
independência. Também despreza a nobreza e a dignidade da comunicação empresarial, atividade importante não só para a empresa como para toda a
sociedade. É natural que, num país de tradição bacharelesca, as pessoas façam questão de usar pelo resto da vida o título que conquistaram nas
universidades, mesmo que não exerçam aquela profissão. Nada errado que assessores de imprensa ou mesmo executivos se apresentem também como jornalistas, embora exerçam outras atividades".

O importante, ressalta Charles Magno, é desfazer a confusão para que a comunicação empresarial se consolide: "Os verdadeiros jornalistas, aqueles
que trabalham na mídia, respeitariam mais seus "coleguinhas" assessores de imprensa caso esses assumissem de vez que são relações públicas e não jornalistas. Sindicatos e outras entidades de jornalistas não querem mudanças na lei e não aceitam perder a reserva de mercado da representação dos assessores de imprensa – as entidades se enfraqueceriam muito, já que o número de assessores de imprensa é bem superior ao de jornalistas em atividade nas redações. Os cursos universitários de jornalismo, tampouco.

Profissionais de comunicação organizacional, por sua vez, relutam em abrir mão do status de jornalista – além de mais charmoso, na visão deles, o título confere uma certa aura de independência. A questão tem um componente perverso: ao reivindicar o status de jornalista, o assessor de imprensa procurava conferir prestígio a uma atividade que era menosprezada pela categoria e considerada menos nobre. Com a profissionalizaçã o, a comunicação empresarial e seus profissionais ganham credibilidade, respeito e nova identidade. Classificar assessor de imprensa como jornalista é amesquinhar o jornalismo sem valorizar a atividade da comunicação empresarial, que tem sua nobreza e não precisa da validação moral de outra atividade".

Como se dizia antigamente, cartas ou e-mails à redação.

domingo, janeiro 14, 2007

Mais e mais NOviDAde...

MOTO-A-PORTER


Gentem, o
  • Descolex
  • já publicou fotinhos da reunião de briefing na Ag407. Essa ação já tem nome MOTO-A-POTER. É a Motorola arrasando mais uma vez com uma ação de RP. Esse burburinho todo nada mais é que uma ação de RP em apoio a Marketing.
    Sengundo o Decolex "a idéia é transformar o lounge da Motorola em um centro nervoso de uma cobertura nova do evento, usando blogs, internet, celular, sms, foto de celular” e afins.

    Uhuuuuuu meus amigos blogueiros estão com tudo!!!Vai ser D+.
    Bjos Mil

    sexta-feira, janeiro 12, 2007

    + Novidade !!!

    E vai rolar a festa, vai rolar, o pessoal do blog vai arrasar. Arrasouuu, arrasouu, arrasouuuuuu...


    Essa semana ao abrir meu e-mail me deparei com uma notícia mais que legal que me deixou super, hiper, mega, ultraaaaaa feliz. A novidade é que a agência de comunicação
  • Ag407
  • em parceria com a motorola estão organizando uma cobertura EXCLUSIVA do SPFW que acontecerá do dia 24 a 29 de janeiro.
    Detalhe a cobertura será realizada por meio de um SUPER BLOG, onde os redatores serão nada mais, nada menos que os organizadores dos bloggers de moda mais bacanas do país.

    Agora vem outra notícia muito boa - O RP na Moda também foi convidado a participar deste projeto inovador que com certeza vai contribuir muito para o jornalismo de moda no Brasil, além de posicionar os bloggers como fontes de informação fidedignas.

    Como no momento estou envolvida com uma outra atividade não poderei cobrir de perto o evento, mas os bloggers amigos com certeza irão ARRASAR. São eles:
  • Oficina de Estilo

  • U_Magazine

  • About Fashion

  • Objetos de Desejo

  • Moda pra Ler

  • Runway Splash

  • Fábio Resende

  • Descolex

  • Santa Mistura

  • No cabide

  • Ah! Esta SUPER COBERTURA também contará com a presença internacional do
  • Face Hunter
  • e
  • World Changing


  • Bom a novidade é esta e a imprensa só vai publicar oficialmente esta parceria maravilhosa na próxima segunda-feira dia 15/01.

    Por enquanto é só, mais detalhes eu conto depois!!!! rs
    Super beijo para vocês e um especial para as meninas da Oficina de Estilo que lembraram de mim!!!

    quinta-feira, janeiro 04, 2007

    No vi da de

    MAM e Senac São Paulo apresentam Ziguezague: desfiles incríveis, oficinas transitivas, conversas transversais

    Com o objetivo de produzir uma entrada para reflexões sobre moda que transversalizem os acontecimentos do SPFW no Parque Ibirapuera, o MAM e o Senac São Paulo realizam um evento paralelo aos desfiles da temporada de lançamentos de outono inverno/2007. As inscrições podem ser feitas a partir de 4 de janeiro de 2007.

    O Ziguezague pretende convocar a presença do público interessado em moda - não necessariamente apenas aquele que freqüenta o prédio da Bienal no período dos desfiles - para atividades que acontecerão no ateliê e no auditório do Museu. Em conversas, debates e oficinas, estarão em jogo idéias como criação, corpo, arte, performance, desfiles, design e imagem em cruzamentos da moda com arte, filosofia, história e semiótica.

    O título ziguezague nasceu da idéia de ir e vir, de transitar de um lugar a outro. "Ziguezague é uma técnica de costura, uma brincadeira, uma forma com ângulos diversos. Ir do MAM para o prédio da Bienal, da sala de desfiles para os ateliers de oficinas, do ziguezague para o SPFW é inventar linhas inspiradoras para se pensar a moda, os desfiles e as tendências em perspectivas das mais diversas. O movimento de ziguezaguear faz com que a volta ao lugar de origem ocorra numa outra dimensão da trajetória", aponta Cristiane Mesquita, pesquisadora de moda, convidada pela equipe de curadoria do MAM para conceber o evento.

    Os pesquisadores que se apresentarão na mostra “Desfiles Incríveis” foram convidados a preparar suas falas livremente. Disparadas pelas imagens do desfile indicado pela curadoria do evento, os comentários poderão partir de suas linhas de pesquisa, interesses, afinidades, inquietações, paixões, etc.. Espera-se que, justamente a singularidade do olhar de cada um dos convidados, produzirá interessantes trocas e diálogos. Já as conversas transversais reúnem pesquisadores e curadores cujas reflexões e atuações ocupam algum lugar "entre" moda, arte, corpo, desfile e performance.

    As obras do artista Leonilson, parte do acervo do Museu - expostas na OCA no período do evento - foram inspiradoras para o desenvolvimento das propostas das Oficinas Transitivas. Parte considerável de sua obra reflete seu declarado interesse pela moda, pelos tecidos e pelos bordados. As temáticas e técnicas propostas pelos oficineiros circulam pelas poéticas do artista.

    O evento é gratuito. São esperados estudantes de graduação, pós-graduação e mestrado em moda, artes, design e áreas afins; pesquisadores de moda, jornalistas, produtores e alunos de escolas atendidas pelo setor educativo do MAM, público frequentador do SPFW e interessados em geral. As inscrições poderão ser feitas a partir de 4 de janeiro de 2007.

    Fonte:
  • Senac

  • (Texto na íntegra)

    quinta-feira, novembro 23, 2006

    Lançamento

    Pelo Mundo da Moda



    A Apresentadora do "GNT Fashion", Lilian Pacce,lançará seu livro "Pelo Mundo da Moda" no próximo dia 29 de novembro, às 19h, na loja conceito Surface To Air – Alameda Lorena, 1.989 – Cerqueira César – São Paulo. Mais informações: (11) 3063-4206.

    sexta-feira, novembro 17, 2006

    Varejo

    Vale a pena dar uma conferida nesta matéria sobre a importância da comunicação no varejo.
  • Comunicação e marca no varejo: sair da superfície


  • Bjos Mil

    segunda-feira, novembro 13, 2006

    Estilo

    Roupa X Imagem ou melhor Roupa = Imagem...

    Adorei o post que as meninas da
  • Oficina de Estilo
  • publicaram dia 11/11 - Porque a gente veste o que veste, interessante também são os comentários, inclusive tem um meu lá.

    Coincidentemente a Folha de SP (Editoria Empregos -12/11) também publicou algo parecido, por meio das matérias Roupa pode ser decisiva em um processo de seleção e Escolha do Modelo varia segundo a área de atuação.



    Tanto no Blog das meninas como nas matérias da Folha é abordado o tema A roupa que você veste vende sua imagem perante os outros e, é bem por aí mesmo... A Fê da Oficina de Estilo queria transmitir a mensagem de uma profissional que trabalha com Moda e, embora esse não fosse o foco da matéria ela procurou trabalhar seu look para vender esta idéia.
    A matéria da folha que fala sobre área de atuação é muito interessante, pois a gente ouve muito o pessoal de RH falando que em entrevista de emprego o traje social impera e eu acho isso o MAIOR ABSURDO. Lembro uma vez que fui disputar uma vaga em comunicação com jornalistas e eu era a única que trajava social, me senti um peixinho fora d´água, única RP e única de terninho.

    Pior é o esteriótipo todo RP tem que andar "certinho". Gente, quem inventou essa frase? Tem muito RP bem sucedido e descolado por aí, tudo depende da área de atuação da pessoa. Um RP que trabalha com Assessoria de Imprensa ou Eventos não tem necessidade de usar terninho todos os dias. Lembro quando fazia faculdade no período da manhã e estagiava a tarde, todos os dias lá ia eu toda emperequetada pra aula e depois pro trabalho, como trabalhava em um lugar com ambiente sério, rodeada de médicos não podia ir muito a vontade, já o pessoal que estudava comigo de manhã ia mais descolado, pois atuavam em segmentos criativos, onde o que importava mesmo era a criativadade, muitas vezes manifestada por meio da roupa. Lembro também que era muito legal andar pela faculdade (detalhe fiz 2 anos de RP em uma faculdade com vários cursos e os outros dois em uma faculdade só de comunicação)observando os estilos das pessoas, relacionando-os com os cursos que faziam. Cheguei a conclusão de que é daí que vem os esteriótipos, os jornalistas eram despojados, os publicitários em sua maioria descolados, exceto os de atendimento, os que faziam RTV doidões e os Relações Públicas confirmavam o esteriótipo porque a maioria trabalhava em departamentos de comunicação de empresas, os que atuavam em consultorias, agências ou instituições ligadas a arte, cultura e entretenimento (uma minoria) eram tão descolados quanto os publicitários ou jornalistas.

    Fazendo um paralelo entre o post no Blog das meninas e as matérias da Folha fiquei "viajando" no tema Roupa X Imagem ou Roupa = Imagem, me veio a cabeça uma cena, muito comum entre as mulheres, sobre a análise do estilo do sexo oposto por meio das roupas. Tenho uma amiga de anos, psicóloga, que traça o perfil de um homem através do seu tipo de sapato. E, acreditem, dependendo do que o rapaz estiver usando nos pés ele terá 100,50 ou 0% de chance de sair com ela. As meninas também reparam muito na combinação como um todo.

    Uma vez, em uma conversa entre homens e mulheres, um amigo iniciou uma ENORME discussão com o tema As mulheres dizem que preferem, mas na verdade detestam homens bonzinhos, isto gerou o maior bafafá (óbvio que a mulherada não concordou) aí perguntei: Mas o que vem a ser homem bonzinho pra você?, e ele falou que o perfil de homem bonzinho era aquele que gostava de estudar, costumava ser calmo, doce, tímido, não tinha muito jeito com as mulheres (por isso sempre se ferrava no amor)e vestia-se de uma maneira mais antiga (o famoso CDF), sempre muito tradicional. A discussão que começou sobre a relação homem/mulher na hora passou para o estilo das pessoas, as meninas começaram a falar das piores gafes cometidas pelos meninos na hora de se vestir. Aí todos concordaram que a vestimenta interefere (e MUITO)no despertar do interesse pelo sexo oposto. Este deve ser um fator pelo qual os/as "CDF´s", cuja maioria acumula váaarios adjetivos não têm muito sucesso no amor. Em geral os/as "CDF´s" são fofos(as), meigos(as), atenciosos (as), escrevem super bem (fator importantíssimo), valorizam o(a) parceiro(a) e... são mal vestidos...Aaaaaii...

    Neste contexto descobrimos porque a novela "Beth, a feia!", fez tanto sucesso. O enredo nem era tão bom, mas retratou a realidade de muitos executivos. Aparência influi em tudo, seja no amor ou na carreira. Nossas emoções (olha a semiótica aí)é despertada através da leitura (inconsciente) que fazemos dos símbolos, por isso a combinação eficiência e beleza é melhor aceita que eficiência e feiura. Ah, vamos combinar, não existe pessoa feia o que existe é gente mal arrumada!!!

    E nessa guerra de estilo os homens acabam perdendo. A matéria da Folha também aborda a dificuldade dos homens na hora de se vestir. Segundo a publicação, os meninos não foram treinados para entender de moda. Isto faz com que acabem adotando o ar clássico, esquecendo do toque pessoal de acordo com seu próprio estilo, por isso é comum encontrarmos em um mesmo ambiente muitos homens com o mesmo traje.

    Mulherada ao trabalho, o desafio está lançado vamos ajudar namorado, irmão, primo, pai, amigo e, por aí vai...
    Ah, não posso deixar de falar, adoro o estilo dos Gays, oooooooo pessoal estiloso, moderno, os homens gays (em sua maioria) são super elegantes e estão de Parabéns!!!

    Fê e Cris (Oficina de Estilo) olha só o que rendeu o post de vocês!!!rs
    Fico por aqui!!
    Bejaumzão

    sábado, novembro 11, 2006

    Prêmio Caio 2006

    Quem serão os ganhadores do Oscar dos Eventos?

    Gentemmmm.... vocês lembram que comentei sobre o Prêmio Caio no post do dia 31/10/06? Pois é, acabei de descobrir que já foi divulgada a lista com os vencedores de 2006. Neste ano foram inscritos 300 trabalhos e 130 foram premiados nas 47 Categorias do prêmio classificadas nos segmentos Destinos, Empreendimentos, Serviços e Eventos. A relação dos ganhadores pode ser encontrada no site www.premiocaio.com.br.

    A entrega dos Jacarés acontecerá na Noite de Gala, dia 8 dezembro, no Centro Fecomércio de Eventos, em São Paulo.
    Também serão homenageados, com o Grand Prix, Paulo Gaudenzi, secretário de Cultura e Turismo do Estado da Bahia, e com um Jacaré de Cristal, Walfrido dos Mares Guia, ministro do Turismo.



    Conforme falei no post do dia 31 o Prêmio Caio, também conhecido como "O oscar dos Eventos" é o sonho de consumo de qualquer mortal que trabalha ou já trabalhou com eventos (é claro que eu também me incluo!!!rs). É uma pena que os profissionais de eventos de moda ainda não tenham descoberto este evento. Se os produtores de moda e de desfiles inscrevessem seus cases de sucesso certamente abocanhariam alguns jacarés, ou melhor váaaaarios, afinal, pessoal mais criativo que os organizadores de desfiles não há...( Abrindo um parenteses A-M-E-I a inovação da casa de criadores)...

    Seria maravilhoso ver a galerinha dos eventos de moda recebendo um jacaré, até mesmo porque Caio de Alcântara Machado, foi o grande incentivador das feiras na indústria têxtil, se não fosse ele...ai, ai, ai....

    Bom, tá dado o recado!!!Agora vou curtir o findi.
    Beijo Grandeeeeeeee...

    sexta-feira, novembro 10, 2006

    Case de Sucesso

    Moda Extra vem com Cor e Sabor de Fruta


    Pessoal estou tentando divulgar estratégias de Comunicação desenvolvidas pelas grandes marcas em paralelo a ações adotadas por marcas mais modestas, que crescem vendendo o produto MODA. <

    Uma sacada legal foi desenvolvida pelo EXTRA, para divulgar a coleção primavera-verão 2007 a rede incluiu na sua seção de vestuário outros produtos do hipermercado.
    Segundo Janaina Machado, diretora comercial de têxtil do Grupo Pão de Açúcar, “diferentemente de outros segmentos especializados em moda, o hipermercado é capaz de reunir várias linhas de mercadorias num único lugar e com isso resolver às diferentes necessidades de compras dos consumidores. É essa convivência de ambientes que vamos evidenciar no lançamento da próxima coleção”.
    A estratégia adotada atende também a uma tendência dentro do segmento supermercadista: o ‘cross-selling’, ou ‘cross-merchadising’ que será usado não só no ponto de venda como também em outras peças de comunicação, como folhetos de ofertas. A ação contempla o cruzamento de ações específicas e tradicionais do varejo, como é o caso da degustação de alimentos, nesse caso de frutas, que irá acontecer dentro dos espaços destinados à moda.
    Este plano de comunicação foi coordenado pela PA Publicidade em conjunto com as áreas de marketing e comercial do Extra. A divulgação desta ação também envolve a criação de um catálogo de 16 páginas, anúncios em revistas, filmes em TV aberta, a cabo, em salas de cinemas, Spots de rádio FM /AM e Internet.

    Agora vem o que eu penso: <
    Podemos afirmar que esta ação é uma atividade de RP em apoio a Marketing, de acordo com o jornal The Economist de Fevereiro/2006, O RP de marketing ou comunicador de marca como, às vezes, é chamado — ainda é considerado por alguns, no mercado, como um negócio de Cinderela. Todo mundo está cansado de saber que a maioria das empresas destinam uma verba maior às atividades de marketing, entretanto muitas organizações estão percebendo a eficácia das ações de Relações Públicas frente as ações de propaganda.
    Al e Laura Ries, consultores de marketing, escreveram um livro intitulado The Fall of Advertising & the Rise of RP, cujo título traduzido literalmente significa: o declínio da propaganda e a ascensão das RP. RP tem credibilidade, afirmam os dois: propaganda não tem. De acordo com um conselho dado pelos dois, uma campanha de marketing deve começar com publicidade e mudar para propaganda apenas depois que os objetivos de RP forem alcançados.

    *******************************************************
    Informações adicionais sobre a ação Moda EXTRA: <
    Grupo Pão de Açúcar < Depto de Imprensa e RP < (11) 3886 0465/3666

    quarta-feira, novembro 08, 2006

    Armani Exchange no Brasil

    A invasão de Armani




    Com uma tacada ousada, representantes do estilista no Brasil prometem abrir dez lojas da Armani Exchange em três anos
    Por carlos sambrana (Revista Isto É -Editoria Dinheiro)

    André Brett, representante no Brasil das cobiçadas grifes Giorgio Armani, Dolce & Gabbana e Ermenegildo Zegna, sentou-se no chão e começou a desempacotar caixas e mais caixas que chegavam no estoque de sua empresa. Alinhadas umas ao lado das outras, elas traziam mais de 40 mil peças de roupas com a inscrição A/X. (...) Para quem não sabe, a A/X ou Armani Exchange é a linha de roupas mais básica no glamouroso universo do estilista italiano Giorgio Armani, que comanda um conglomerado com faturamento anual de 1,43 bilhão de euros.
    A primeira loja, com um espaço de 366 m², será aberta em 24 de novembro no shopping paulistano Morumbi. A segunda, com uma área de 388 m² e inauguração prevista para o dia 29 do mesmo mês, dará as caras no shopping carioca Leblon. Em maio de 2007, abrirá a terceira no shopping Higienópolis, também em São Paulo. Os demais pontos serão espalhados em locais como Curitiba, Brasília e Campinas.

    O investimento, de acordo com analistas de mercado, é de R$ 4 milhões em cada ponto-de-venda. A estratégia de expansão da grife é extremamente ambiciosa. Mesmo sendo a marca mais acessível do grupo, a A/X é, sim, um rótulo de luxo. “O Brasil terá a maior operação na América do Sul”, diz Patrícia Gáia, diretora da Giorgio Armani no Brasil. A idéia é disputar mercado com marcas nacionais como Zoomp, Forum, Ellus e Triton. Mas com uma vantagem: a A/X carrega o DNA de Giorgio Armani. “Queremos transportar o prestígio de Giorgio para a A/X”, diz Brett.

    No Brasil, onde os consumidores não têm muito conhecimento das divisões do grupo Armani, a tacada tem tudo para dar certo. “O público que nunca usou uma peça da grife não consegue diferenciar as linhas”, diz Luciane Robic, diretora do Instituto Brasileiro de Moda.

    Esse é o grande trunfo do estilista de Piacenza no mundo da moda. Ele consegue segmentar cada marca para cada tipo de bolso sem perder a aura da exclusividade. No topo encontra-se Giorgio Armani, abaixo está Armani Collezioni, na intermediária vislumbra-se Emporio Armani e, por último, Armani Exchange. No fim, para os simples mortais, é tudo Armani.

    Na ponta do lápis, contudo, não é bem assim. Enquanto uma calça da grife Giorgio custa cerca de R$ 1,3 mil, um modelo da A/X sai por R$ 350. “Os públicos são diferentes”, diz Viviane Martins Suhet, executiva contratada para cuidar da grife no Brasil. “O cliente da A/X é mais jovem.” Isso justifica o modo como a operação funcionará. Cada ponto de venda terá uma equipe de 30 vendedores que acompanharão os clientes do início ao fim de sua entrada na loja. “Será um self service monitorado”, diz Patrícia. “Não teremos um caixa fixo.” A descontração, característica atávica aos jovens, dará as cartas. Para a empresa é uma vantagem e tanto. Trata-se de seguir à risca o conceito do que analistas do universo do luxo chamam de masstige, uma contração das palavras inglesas mass (massa) e prestige (prestígio), que define o consumo em massa mas com o prestígio do luxo. Com isso, pode-se fisgar o consumidor na juventude e acompanhá-lo ao longo de sua vida com as mais diversas linhas. Aliás, a A/X nasceu dessa necessidade. Criada em 1991, ela foi concebida para brigar no mercado norte-americano com grifes de massa como a Banana Republic e GAP . Logo tornou-se fetiche entre os jovens americanos e espalhou-se pela Ásia e começa a ganhar mercado na América do Sul. Armani provou que, além de ser um estilista talentosíssimo, enxerga longe. “Estou empolgado com a expansão no Brasil”, diz Armani.

    Reportagem na íntegra:
    http://www.terra.com.br/istoedinheiro/475/estilo/a_invasao_de_armani.htm

    ABC da comunicação na Moda



    O RP da indústria da Moda deve:

    Acima de tudo amar Arte, Cultura e Comunicação
    Brincar com a imaginação e usar
    Criatividade pra criar e comunicar
    Design´s modernos desenvolvidos pelos estilistas
    Evidenciando o conceito da marca e
    Fazendo o seu melhor, a fim de
    "Gerar a boa vontade"
    Hoje e sempre!!!

    Inovação é a palavra!
    Jaquetas, calças e blusinhas ganham formas,
    Lavagens e tecidos novos, tudo isso depois de
    Muito trabalho,
    Namorando estamparias,
    Observando tendências,
    Querendo sempre mais,
    Resgatando valores perdidos ou mesmo esquecidos,
    Saudando o novo tempo e
    Transformando o
    Xadrez antigo em um modelo arrojado capaz de vender estilo pro "workaholic" e pro
    "Zen".

    terça-feira, outubro 31, 2006

    Comunicação na Moda


    Pessoal peço desculpas pela minha ausência, andei ocupada nos últimos dias, mas agora estou de volta.
    Gostaria de agradecer os e-mails que tenho recebido e os comentários aqui postados. Cada dia que passa tenho mais certeza que o RP é um profissional de suma importância na indústria da Moda.


    Ultimamente tenho recebido muitas mensagens de estudantes de Relações Públicas interessados neste segmento, por isso resolvi falar um pouco mais sobre a entrada do profissional de comunicação no mercado de moda.

    O setor têxtil brasileiro tem uma participação histórica e decisiva no processo de desenvolvimento industrial do País, pois foi um dos primeiros setores industriais a ser implantado. A indústria têxtil sofreu com a crise de 1929 e também com o Plano Collor e a abertura comercial dos anos 90, inclusive muitas empresas chegaram a falir. Os empresários que restaram resolveram investir em maquinário e qualidade, pois a abertura comercial trouxe para o Brasil grande quantidade de tecidos de baixo custo e pouca qualidade.

    Um dos responsáveis pelo crescimento dessa indústria no país foi o professor José Haydu, formado em engenharia têxtil na Itália, que há algum tempo trabalhava nas Indústrias Têxteis Votorantin, no Brasil. Ele percebeu aqui a carência de profissionais técnicos têxteis e engenheiros têxteis. Por isso, fundou e incentivou a criação de escolas voltadas a formação destes profissionais. Com a finalidade de divulgar o setor ele criou a revista Têxtil. Como não era jornalista sofreu muita perseguição do governo ´durante a ditadura militar, o que o incentivou a fazer um curso de jornalismo, entretanto a legislação vigente da época também não permitia editor-chefe estrangeiro, por isso durante um período o editor-chefe da revista passou a ser Carlos Escobar, amigo de Haydu.

    A revista tinha periodicidade mensal e sobrevivia exclusivamente de anúncios, distribuída gratuitamente aos interessados, feita em tipografia e impressa em linotipos. Ela acompanhou, apoiou, divulgou, cobriu e principalmente promoveu o início das feiras têxteis no Brasil. O governo tentou de alguma maneira fortalecer este segmento com as chamadas Feiras Industriais do Parque da Água Branca, onde a indústria têxtil nem aparecia, mas foi um empresário que tinha o jacaré como símbolo, que colocou o setor têxtil definitivamente no rumo das feiras, Caio de Alcantara Machado. Gente, quem da área de eventos não conhece o Prêmio Caio “ O oscar dos eventos”?)

    Aí (como eu disse antes), nos anos 1990, depois da abertura comercial, o Brasil assim como o eixo Paris-Milão, tbm passou a ter uma semana de moda. O início foi o São Paulo fashionweek, realizado em SP, que depois se espalhou para outros Estados do país.
    Os desfiles podem ser considerados o marketing do mundinho fashion, tendo em vista que divulgam a marca e vendem o produto. Os profissionais de comunicação que trabalham neste evento são marqueteiros, assessores de imprensa e jornalistas das editorias de moda, agora os principais responsáveis pela organização do evento são os Produtores de Moda, que realizam um trabalho de RP, envolvendo todas as frentes.

    Recapitulando, neste texto vimos que os profissionais de comunicação vieram para a área de Moda conforme o crescimento do setor. É comum encontrarmos jornalistas, marqueteiros e publicitários trabalhando para uma grande marca. Hoje, a maioria das empresas percebem a importância que o conceito da marca exerce sobre as vendas, além disso, as organizações estão se internacionalizando, abrindo novos mercados, elas precisam cada vez mais se comunicar com seus consumidores estrangeiros.
    Atualmente o Brasil figura entre os principais exportadores de calças jeans e biquinis. Neste contexto, vejo uma grande oportunidade para desenvolvermos nas grandes marcas o conceito de COMUNICAÇÃO INTEGRADA, os Relações Públicas precisam entrar nesse mercado antes que outros profissionais de comunicação percebam essa oportunidade e resolvam realizar atividades de RP. Os RP já perderam muito mercado e não podem deixar isso continuar a acontecer.


    Por isso a minha dica para os RP interessados na área de Moda é:
    1 - Tente entrar na área cedo, durante a graduação procure estágios no setor têxtil e até mesmo com estilistas, hoje já há estilistas que contratam pessoas para cuidar de sua imagem pessoal e da marca. Olha nosso mercado aí...
    2 - Fortaleça seu currículo - Faça cursos de comunicação na Moda, assessoria de imprensa, organização de eventos e marketing.
    3 - Estabeleça contatos - Este é um mercado muito fechado, por isso ter contatos é fundamental.
    4 - Trabalhe em pról da Ética - A Moda é um mercado altamente competitivo e a ética é um cartão de visitas para qualquer profissional.
    5 - Seja Determinado, Paciente e Criativo - Utilize a determinação para buscar objetivos, paciência para concretizá-los e criatividade para diferenciar-se no mercado, pois conforme dito anteriormente esta área é altamente fechada e competitiva. Mas mesmo assim, VALE A PENA!!!

    Boa sorte!!!

    terça-feira, outubro 03, 2006

    Case de sucesso -Reposicionamento de Marca

    Segue abaixo um Case de Sucesso sobre Reposicionamento de Marca, uma atividade de Relações Públicas em apoio ao Marketing e a área de Recursos Humanos. Em um momento delicado e estratégico como este a integração entre as áreas é fundamental para a obtenção das metas.
    O texto é grande, mas vale a pena ser lido!!!


    A História
    Fundada em 1947, a Riachuelo era formada por pequenas lojas de rua com até 200 metros quadrados, com vendas de tecidos a preços baixos. Em 1979, a rede de varejo foi comprada pelo Grupo Guararapes, iniciando uma reestruturação e mudança estratégica, com o objetivo de vender roupas prontas em vez de apenas tecidos.
    O foco da Riachuelo foi modificado em 1993. A rede assumiu uma posição de varejo de moda, incorporando tendências nacionais e internacionais, mas de uma forma mais “democrática”: preservando os bons preços e melhorando constantemente a qualidade dos produtos. Esta nova estratégia, em sintonia com as principais lojas de varejo mundiais, envolveu a criação e o fortalecimento de marcas próprias da Riachuelo, cada uma com identidade visual própria e público-alvo específico. O resultado? De 1993 a 2003, o faturamento da empresa simplesmente triplicou.

    Hoje, a Riachuelo conta com 79 lojas distribuídas pelo País e faz parte do time de grandes investidores de moda do Brasil. Atuou como patrocinadora oficial do maior evento de moda da América Latina, o São Paulo Fashion Week, além de ter organizado dois grandes concursos nacionais, como o Riachuelo Mega Modelo, para as aspirantes às passarelas, e o Prêmio Riachuelo de Novos Talentos, para incentivar novos estilistas.


    O Reposicionamento
    Reestruturações, reformas e inaugurações fazem parte do planejamento estratégico das organizações que buscam expansão. As Lojas Riachuelo pretendem chegar a 2007 com mais de 100 lojas. Para isso, a empresa destina 60% dos investimentos ao projeto de expansão. Os esforços querem atingir um consumidor que tem o desejo de conexão com o mundo da moda, mas que não dispõe de renda suficiente para ser um consumidor típico de moda.

    As Lojas Riachuelo souberam identificar esse nicho e trabalham a todo vapor para encantar esse consumidor. Este direcionamento inspirou a criação não só de coleções de roupas e novas marcas, mas também de serviços financeiros sob medida para clientes, oferecidos pelo cartão private label, o cartão Riachuelo, grande responsável por viabilizar a missão.

    Inovação e crescimento também são fatores imprescindíveis, especialmente quando se atua no competitivo segmento varejista. Determinada a fincar mais bandeiras no território brasileiro, as Lojas Riachuelo elegeram como absoluta prioridade o projeto de expansão física de suas unidades. Ou seja: além da abertura de novas lojas, é preciso ampliar as já existentes.

    Algumas sementes já foram lançadas. A partir deste ano, os investimentos feitos em reformas cresceram. Direcionados à reestruturação completa das lojas, eles e chegam a totalizar 60% do que a empresa deverá aplicar neste ano. A previsão inicial era inaugurar seis lojas em 2006, mas as Lojas Riachuelo avançaram nessa expectativa e esperam fechar o ano com nove novas lojas. Para 2007, a expectativa é audaciosa: superar a meta de 100 lojas.

    No planejamento de longo prazo da empresa, a idéia é duplicar o número de lojas. Com isso, duplicar a venda por metro quadrado e também o tamanho médio das lojas. Atualmente, as unidades contam com cinco grupos de departamentos, com tamanho padrão de 3.500 metros quadrados a 4 mil metros quadrados.

    Os itens fundamentais utilizados pela empresa no reposicionamento de marca foram – versatilidade, estratégias e políticas de Recursos Humanos.

    Versatilidade - As lojas estão tanto nos shoppings de maior poder aquisitivo como em ambientes extremamente populares. Essa versatilidade imprime maior facilidade a essa proposta de reposicionamento com a marca de acesso ao consumo para as classes consideradas menos favorecidas. De certa forma, a empresa conseguiu reinventar-se, apostando num terceiro nicho de consumidor, que começava a despontar no mundo polarizado entre moda e preço.

    Estratégias - Várias metas fazem parte do planejamento estratégico da Riachuelo para este ano. Entre elas, a consolidação do share nas regiões Norte e Nordeste, o aumento da participação de mercado em São Paulo e Rio de Janeiro, a inauguração de seis lojas até o final de 2006 e a reforma de 20 lojas até o final deste ano. As metas de vendas incluem produtos e serviços financeiros também, além dos produtos do Grupo Guararapes nas Lojas Riachuelo. O foco está direcionado à inovação e ao lançamento de tendências e produtos, além de estreitar relacionamento com o cliente com o uso do cartão.

    RH - Nas Lojas Riachuelo, o RH é estruturado em três pilares que consistem na valorização dos funcionários, formação e desenvolvimento profissional e oportunidades iguais no planejamento de carreira. São conduzidos projetos para o desenvolvimento de comunidades carentes e são adotados programas para inclusão de pessoas com deficiência no quadro de funcionários. A empresa acredita que deve estimular e promover o aprendizado contínuo dos colaboradores. Para isso, oferece oportunidades de aprimoramento pessoal e profissional por meio de cursos de atualização, reciclagem e introdução de novos conceitos, para atingir a manutenção dos níveis de excelência e inovação.


    Fonte:
    www.manager.com.br/reportagem

    segunda-feira, outubro 02, 2006

    RP em "O Diabo veste Prada"



    O tão esperado filme O Diabo veste Prada tem sido bastante comentado nas editorias de moda, entretenimento e até mesmo gerenciamento de carreira. Achei a produção bem interessante, pois aborda a relação chefe X subordinado, objetivos profissionais, pessoais e, principalmente, a moda como um negócio que deve ser planejado, desenvolvido e executado com a finalidade de gerar tendências. Ah, mostra também o lado fútil, mas este prefiro não comentar...
    Como Relações Públicas que sou, não posso deixar de citar a cena acima onde a assistente de Miranda faz as vezes de uma RP, ela informa nomes e cargos das pessoas que se aproximam da chefe, dando a impressão de que Miranda conhece todas as pessoas. Como todos sabem muitos Relações Públicas realizam trabalho de assessoria em grandes eventos, uma outra função bastante utilizada é o media training, que não apareceu no filme, mas nada mais é do que o treinamento de executivos antes de uma coletiva de imprensa (atividade bastante utilizada na moda).
    Outra cena que também deve ser observada é quando Andy entrega o manuscrito do Harry Potter. Neste trecho ela informa que providenciou três cópias, onde duas já foram entregues e a terceira será arquivada, nesse momento ela novamente deu uma de RP antecipando-se ao fato e, evitando, uma pequena crise em seu ambiente profissional, isso sem contar que só conseguiu cumprir a missão quase impossível porque contou com a colaboração de um de seus contatos.
    Bom, o filme é cheio de pequenas lições, sugiro que assistam com olhos de RP!!!

    sexta-feira, setembro 22, 2006

    Um RP para a Cicarelli - Urgente!!!



    Após passar um tempo longe de barracos e escândalos, lá está ela de novo. Depois de expulsar a modelo Caroline Bittencourt da festa de seu casamento com Ronaldo fenômeno, Daniela Cicarelli volta as páginas dos jornais e revistas de fofocas gerando mídia espontânea por meio de um fato nada positivo. Justamente agora que conseguiu (com muito custo)reerguer sua carreira de modelo, que estava parada desde o rompimento com o craque.
    A impulsividade de Cicarelli é evidente e a assessoria de imprensa da modelo trabalha para apagar os incêndios causados por ela.
    Passar as férias com o novo namorado no território do ex, onde facilmente seria reconhecida por qualquer paparazzo deve ser considerado uma atitude ingênua ou até mesmo burra. É evidente que, se a modelo tivesse um Relações Públicas cuidando da sua imagem isto não teria acontecido. O RP a teria instruído melhor em relação a repercussão de determinados acontecimentos, pois uma de suas funções é antecipar-se as tendências.

    Com relação ao fato, meu comentário é: Demoramos anos para construir uma imagem sólida, mas se a base não estiver firme, segundos podem destruí-la.

    quinta-feira, setembro 21, 2006


    Produção de Moda nada mais é do que RELAÇÕES PÚBLICAS...

    A função do produtor de moda é entender de tudo um pouco - cinema, arte, música, tendências, maquiagem - e, principalmente, ter uma completa agenda de prestação de serviços, pois ele é a figura central que costura o trabalho de todos os profissionais e serve de ponte para os que trabalham na equipe. É ele quem sabe qual o cabeleireiro indicado, entende o funcionamento das agências de modelos, faz o casting e providencia transporte e alimentação para todos. Ele dá continuidade ao trabalho do estilista, encarregando-se de viabilizar os meios para que a roupa, antes pesquisada e idealizada, possa despertar o desejo de consumo, fechando o ciclo que faz a engrenagem da moda funcionar, seja através de desfiles, figurinos de cinema, teatro e televisão, exposições ou books de modelos.

    O relações públicas também precisa conhecer manifestações culturais e sociais, além de entender a realidade política-econômica e tendências mundiais. O RP faz o elo de ligação entre funcionários, gestores, fornecedores e consumidores. Organiza eventos para todos os públicos, inclusive desfiles. Ele tem uma grande rede de contatos em todas as frentes, por este motivo nunca fica na mão, seu principal objetivo é administrar o desejo das marcas de projetar uma imagem final, preservando seus valores e respeitando, sempre, seus princípios organizacionais.

    Sendo assim, o produtor de moda nada mais é do que o relações públicas do mundinho fashion.

    segunda-feira, setembro 11, 2006

    Moda é a Comunicação do Século XXI

    A moda impera em todos os meios de comunicação da sociedade moderna. A partir do momento estamos fazendo uso de certa indumentária, adquirindo hábitos e nos transformando de diversas formas para se ajustar a realidade, estamos também produzindo e respondendo aos estímulos que nos rodeiam, estamos nos comunicando fazendo uso da moda.

    A moda é vista, não apenas como meio de comunicação ativado no vestir, é importante deixar claro que a moda abrange em velocidades diversas outros campos como a arquitetura, a linguagem, as maneiras, os gostos e idéias e obras culturais. Com isso quero reconhecer o posto da informação visual no surgimento de um futuro radicalmente novo.

    A afirmação do título "Moda é a Comunicação século XXI" se baseia nos dias de hoje, onde grande parte da informações que recebemos através dos grandes meios ( TV, rádio, jornais , revistas e Internet ) nos oferecem um universo da novidade, do lazer, do esquecimento e do sonho. A mídia tem o dever de informar, é claro, mas através do prazer, na renovação, no entretenimento. Todas as transmissões com vocação cultural ou informativa devem adotam a perspectiva do lazer, só assim conseguem "abocanhar" um público mais numeroso. Para isso a ordem da sedução é prioritária, e é neste momento que a moda simplesmente se encaixa. No universo da mídia que constantemente é submetido aos recursos publicitários, é a forma Moda que organiza a produção e a difusão dos programas, que regula a forma, a natureza e os horários das transmissões. A Comunicação de hoje depende da moda para seguir seu rumo e a explosão numérica do audio-visual apenas aumenta tal competição que cada vez mais irá se firmar sobre o princípio da sedução. Além disso, é sobre os numéricos novos programas que será preciso exibir outros encantos, imaginar novas apresentações e novas fórmulas de prender a atenção. Mais do que nunca a pequena diferença, lei da moda, fará a sedução.


    "Da mesma forma que a moda do século XVIII se pôs a brincar com grandes e pequenas coisas da história, a divertir-se em fitas e penteados com o sistema de Law, com as revoltas populares, com a derrota do Sena, hoje a informação não cessa em adota um estilo descontraído e lúdico em relação aos fatos do dia, o código humorístico fez passar o registro da informação para a lógica desenvolta e fantasiosa da moda". ( Gilles Lipovetsky, O Império do Efêmero)


    fonte:
    www.dominiofeminino.com.br/moda/flavia_moda.htm
    Relações Públicas na Moda

    Por que criar um Blog sobre RP na moda?? Bom, blog sobre Moda há vários, sobre Marketing ou Comunicação na Moda alguns, mas sobre Relações Públicas na Moda nenhum. Uau!!!
    Aí me pergunto será que as empresas de moda ainda não descobriram o potencial de um profissional de Relações Públicas? Será que as empresas ainda acreditam que o Marketing é o principal responsável pelo sucesso na comunicação de uma organização?

    O fato é que o setor de Moda e produtos de luxo necessita cada vez mais de profissionais qualificados, antenados com as tendências do setor e com domínio total de todas as ferramentas de comunicação. Aí vocês me perguntam, um profissional de marketing ou um jornalista não conhece as ferramentas comunicacionais?
    Eu respondo, NÃO! Esses profissionais possuem conhecimentos específicos sobre a área de comunicação. O jornalista é o profissional adequado para escrever em revistas da área ou trabalhar com assessoria de imprensa, o mercadólogo, por sua vez trabalha com estratégias de vendas, divulgação e fidelização do público.
    Já o RP faz o elo de ligação entre todos os públicos da organização, sejam eles jornalistas, fornecedores, estilistas, funcionários, clientes, governo e stakeholders – também conhecidos como público estratégico. O RP organiza desfiles, coletivas de imprensa, consolida imagem e identidade da marca, desenvolve pesquisas de comunicação e trabalha para a satisfação total de clientes e colaboradores. E é por isso que eu defendo a contratação de especialistas em Relações Públicas para atuar no Mundo da Moda.
    As empresas que ainda não têm um profissional de Relações Públicas estão perdendo grandes oportunidades de negócios, pois o RP é o profissional melhor qualificado para atuar no planejamento estratégico de comunicação. Eu, particularmente, não defendo reserva de mercado, sou a favor da contratação de profissionais competentes. Um mercadólogo ou um jornalista pode muito bem ter adquirido conhecimento em Relações Públicas e desempenhar com eficiência esta função. Entretanto, a graduação sozinha sem a complementação de cursos de educação continuada não prepara estes profissionais para um trabalho de Relações Públicas.
    Neste contexto, é necessário que os gestores de moda avaliem criteriosamente a formação dos profissionais de comunicação a serem contratados, afinal é o desempenho da empresa frente às tendências do mercado que está em jogo.